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E QUANDO ISSO PASSAR!


Por Paulo Cezar Gouvea

E QUANDO ISSO PASSAR!

Estamos vivendo atualmente momentos complicados, difíceis e muito sensíveis, mas, de grande valia e de inúmeras lições independentemente do nível cultural, posição social, enfim, praticamente toda a classe humana vêm atravessando esses momentos. Ainda pelas circunstâncias, essas situações nos remetem ao velho dito popular: “Depois da tempestade vem a bonança". Ditado este que numa linguagem simples nos traduz o seguinte, quando passamos por determinadas situações ou fases complicadas, logo vem um tempo de felicidade e calmaria. Hoje, quando isso tudo passar, será que realmente virá esse tempo novo? A reflexão é justamente nesse sentido, o que virá depois? 

A humanidade, os grandes centros, as principais potências econômicas, os grandes mercados, enfim, todos sem exceção estão ou foram preparados para o que está por vir? No passado houve outras Pandemias de proporções alarmantes, é fato, muita gente infelizmente ficou pelo caminho, assim como muitos outros sobreviveram, por isso a história segue sendo contada, mas, e o que ficou disso tudo? Pode-se dizer que ao longo dos anos pós Pandemia, houve um avanço na tecnologia, novas fontes de estudos e pesquisas, desenvolvimento e criação de vacinas em larga escala, novas formas de se cuidar, aumento considerável na qualidade de vida da população em geral, enfim, uma série de avanços positivos e otimistas, um legado deixado até os dias atuais. As perdas de outrora foram grandes, mas, os ganhos também foram, pois, a vida de certa forma continuou.

Vivemos uma nova Pandemia, o que consideravelmente vem exigindo muito esforço de tudo e de todos sem exceção, principalmente em matéria de estudos, conhecimento e organização. O novo Corona Vírus, trouxe consigo uma lição valiosíssima em se tratando de relações humanas, pode enfraquecer em algumas situações, mas, pode fortalecer em outros casos, laços familiares, por exemplo. Respeito aos nosso Idosos e crianças, valorização do nosso tempo, seja para o trabalho (manutenção de emprego e salário), reforço nos estudos e pesquisas, conhecimento maior sobre si mesmo, afinal, precisamos rever muito o nosso jeito de ser e viver. A contrapartida, pode-se observar que o jogo de interesse, jogo de empurra, oportunistas, e divisões seguem firme e forte, há quem defenda essa ou aquela forma de agir, mas, e o ser humano, aonde fica nesse momento? Valorizamos mais o material e desconsideramos a vida? 

Chega a ser desumano, todos merecem respeito e consideração, ninguém é uma máquina ou algo a ser descartável. Hoje, é evidente e muito transparente essa escolha, a supervalorização do material. Ainda que uma grande maioria luta pela sobrevivência (com o mínimo para sua existência), outros literalmente brigam para manter ou aumentar o seu patrimônio enquanto isso, vidas vão ficando em segundo plano, pelo menos é o que se observa.

É urgente nesse momento rever nossos conceitos sobre a vida, qual o valor e o sentido dela, afinal, o dinheiro não foi feito para comer, ele serve como suporte para nossa sobrevivência, ou seja, para facilitar algumas coisas e também, propiciar um certo conforto, não passando disso. Porém, atualmente o que se nota é justamente o contrário, o dinheiro ganhando força e as pessoas, perdendo a vida. Passando a impressão de que não valemos absolutamente nada, cumprimos nossa jornada e viramos uma história para contar.

E quando isso passar o que sobrará de nós? Os bons são a maioria, ainda bem. É preciso estar atento e esperto para o que virá pela frente. Certamente não seremos mais os mesmos em nossas relações pessoais e laborais. Haverá um período de adaptação e ajustes, isso economicamente falando, mas, ainda assim, haverá outros períodos críticos, uma realidade se instala e se faz mais forte de agora em diante. O que no passado era realizado de uma forma, hoje, precisará ser remodelado e revisto, afinal, a tecnologia obriga essa tendência.

As pessoas têm um papel fundamental nessa reescrita da história, adaptar-se ao que se enxerga como novo normal ou nova realidade, entender e aceitar que teremos novos tempos difíceis, sensíveis, mas, não impossíveis de serem vividos. O emocional (modelo mental) deve ser muito bem trabalhado nesse momento, pois o que antes era comum, feito por nós ‘no modo automático’, cairá em desuso, deixará de ser praticado, principalmente no trabalho. Haverá novas formas e todos deveremos estar preparados para as multifunções, cada qual no seu ritmo, mas, esse é o desenho que vem surgindo e crescendo fortemente, tirando praticamente todos da chamada zona de conforto ou zona de confiança. Busque o melhor, seja o melhor, mas, jamais se esqueça, é preciso viver com Fé, paciência e muita sabedoria, nosso Mundo não espera menos do que isso. 

Vale a reflexão!

Paulo Cezar Gouvea, Especialista em Planejamento Estratégico e Gestão da Qualidade, é também Bacharel em Administração, casado, possui uma filha e escreve por gostar dessa que também é uma das mais belas formas de se expressar. Tem passagens pelas Áreas: Administrativa, Financeira, Logística/Operacional e Recursos Humanos.

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NOVO NORMAL, NOVAS OPORTUNIDADES!


Por Paulo Cezar Gouvea


FOTO: Arquiteto instala gangorra na cerca entre EUA e México para unir os dois lados

Certa feita ouvia-se dizer que a vida se assemelha a uma gangorra, num momento está na parte alta e no mesmo instante, na parte baixa. Em suma, subindo e descendo gradualmente. O que quero dizer com isso é exatamente a situação que estamos vivendo agora dia após dia. Alguns com dificuldades e preocupações, outros levando na esportiva e ainda tentando entender esse movimento todo, tem aqueles que se vem obrigados a seguir adiante, pois não pode parar, a sua vida e para os que tem filhos, a família, depende dos seus esforços. Assim o mundo vai se adequando a uma realidade por conta de uma Pandemia que assola praticamente toda a humanidade.

Muitos dizem que estamos no mesmo barco, nos igualamos em certas situações, pois estamos vivendo uma crise sem precedentes para a economia como um todo. Em partes é verdade essa afirmação, em outras não. Pois, infelizmente não são todas as pessoas que recebem o mesmo tratamento, desde a alimentação, donativos, saúde pública, aporte financeiro, enfim, os mais variados possíveis. A balança da vida humana ainda tem às suas diferenças de pesos e hoje, mais forte do que outrora, sem mencionar o egoísmo de muitos.

Mesmo com o crescente número de redes de solidariedade, médicos e enfermeiros, esforços conjuntos de artistas renomados no cenário musical, entre outros pontos que valem destaque positivos nesse triste momento da humanidade. Há ainda aqueles que preferem jogar contra, fomentar notícias ruins (a grande mídia, por exemplo), mas, ainda sim os bons são a maioria. Importante lembrar que de onde muito se espera, pouco ou quase nada se vem. E quem realmente pode fazer alguma coisa pelo País (todos os níveis), preferem se isentar ou até mesmo se esconder, criando cenários imprevisíveis, situações desconfortantes, disseminando mais ódio e menos compreensão.

Diante de todo o cenário que atualmente estamos vivendo, é importante destacar algumas viradas que estão ocorrendo em nosso mundo, por exemplo, restaurantes prestigiados se adequando aos serviços de delivery, grandes empresas disponibilizando os seus funcionários para trabalharem em home office, diversos serviços e produtos aliados a tecnologia, telefonia, transmissão por meio da internet, enfim, o que antes era uma simples tendência, passou a ser uma necessidade de sobrevivência a passos largos.

Lembrando que as mudanças que estão ocorrendo chegaram para ficar, ou seja, as coisas não serão como antes, iremos restabelecer as nossas vidas, nossas ações, porém, teremos o que se chama de novo normal, ou seja, o que no passado recente era executado, criado de uma forma, após esse momento não será do mesmo jeito, inclusive, nossas relações pessoais e laborais. Segundo alguns estudos científicos, quando se isola por certo tempo, seu cérebro muda e passa a ser mais difícil socializar novamente. 

A vida continua, é interessante frisar que nesse mundo temos duas certezas, uma e não sendo pessimista, um dia deixaremos de viver, não somos imortais. A outra certeza é de que sempre haverá mudança e sejam essas quais forem, isso independe da natureza humana. Por isso cabe acrescentar que o momento é propício para novas oportunidades, nos mais variados campos e setores, seja da indústria, dos serviços, das relações humanas, enfim, o novo normal chegou e mais rápido do que se esperava, nos compete agora e mais do que nunca, entender, aceitar e compreender. 

Partindo dessas ações, resume-se basicamente em nos adequarmos a essa realidade e mais rápido que pudermos ou ficar fora dela, se lamentando, se fechando num mundo em que a tecnologia se faz cada vez mais presente e necessária, não deixando margens para desculpas ou então fazer depois. O tempo é outro, a situação mudou e para a melhora significativa de tudo, essa continuará passando pelas nossas escolhas e decisões. Concluindo essa dissertação, compartilho ainda uma mensagem de muito peso e sentido: “Se você não sair dessa quarentena com uma nova habilidade, seu projeto pessoal iniciado ou mais conhecimento financeiro, nunca faltou tempo, falta-lhe autodisciplina”.

Fica a dica, nunca é tarde para aprender, mas, não espere muito por isso, comece agora, fazendo aos poucos que logo chega ao que almeja, tenha sempre consigo, Fé, dedicação, paciência e muita persistência.

Vale a reflexão!

Paulo Cezar Gouvea, Especialista em Planejamento Estratégico e Gestão da Qualidade, é também Bacharel em Administração, casado, possui uma filha e escreve por gostar dessa que também é uma das mais belas formas de se expressar. Tem passagens pelas Áreas: Administrativa, Financeira, Logística/Operacional e Recursos Humanos.

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O QUE MUDA NA NOVA REFORMA DA PREVIDÊNCIA DE 2019?


Por Paulo Cezar Gouvea


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O Congresso Nacional recebeu, no dia 20 de fevereiro de 2019, a proposta da nova Reforma da Previdência, elaborada pela equipe econômica do Presidente Jair Bolsonaro, comandada pelo Ministro da Economia, Paulo Guedes. Na proposta, são apresentadas mudanças para o sistema previdenciário através de uma emenda no texto da PEC 287/16, a antiga Reforma da Previdência que tramitava na época de Temer. Da forma que foi apresentada, ela economizaria cerca de 1 trilhão de reais em dez anos, segundo a projeção do governo. E não é de se espantar que os jornais e os cidadãos estão acompanhando cada passo dessa nova reforma, afinal a previdência afeta ou afetará a todos quando precisarem se aposentar. Devido tamanha proporção que esse tema vem ganhando ultimamente, esse texto de forma simplificada busca te explicar o que diz essa nova proposta e como ela altera a situação atual. Lembre-se; ela ainda pode (e provavelmente vai) sofrer alterações, uma vez que os deputados e os senadores iniciaram as discussões sobre o assunto. Antes de aprofundar-se e também, para entender melhor como chegamos à atual situação, é preciso saber um pouco da História da Previdência no Brasil.

COMO FUNCIONA ATUALMENTE?

Apesar de nos últimos anos haver diversos debates quanto às mudanças no sistema de aposentadoria, a PEC 287, de 2016, não foi aprovada. Com isso, as formas para se aposentar, por enquanto, permanecem: Por tempo de contribuição com incidência do fator previdenciário, Por tempo de contribuição com a fórmula 86/96, Por idade, Por tempo de contribuição com cálculo proporcional e Por invalidez ou por ambiente perigoso/ insalubre

1. Por tempo de contribuição com incidência do fator previdenciário: Independente da sua idade, você pode se aposentar se tiver contribuído por 30 anos (mulher) ou 35 anos (homem). No caso dos professores e dos trabalhadores rurais, diminui 5 anos do tempo necessário de contribuição, para ambos os sexos. No entanto, o trabalhador  estará sujeito ao chamado fator previdenciário, um índice criado para desincentivar que as pessoas se aposentem mais cedo. Com ele, quanto mais novo você for, menor será o valor que irá receber, e claro, o inverso também é verdadeiro: quanto maior o tempo de contribuição, maior será o valor recebido, este podendo até superar o valor de uma aposentadoria integral. Mas, cuidado, aposentadoria integral não significa que a pessoa recebe o mesmo que ganhava de salário. Ela consiste na média dos 80% maiores salários que o trabalhador recebeu desde julho de 1994 (ou a data posterior que passou a contribuir), corrigidos pela inflação.

2. Por tempo de contribuição com a fórmula 86/96 progressiva: A fórmula 85/95 foi implementada em 2015, e consiste basicamente em uma pontuação de 85 pontos para mulheres e 95 para homens. A pontuação de cada pessoa é a soma de sua idade com o tempo em que ela contribuiu. Nessa regra, para se aposentar também é necessário que a mulher tenha contribuído por pelo menos 30 anos e o homem por pelo menos 35. Apesar de também contar o tempo de contribuição como a anterior, a vantagem desse tipo de aposentadoria é que nela não é preciso aplicar o fator previdenciário, ou seja, quem se aposenta dentro dessas regras, receberá o salário integral. No entanto, a partir do dia 31 de dezembro de 2018, passou a valer a regra 86/96, ou seja, subiu 1 ponto para cada. Dessa forma, um homem que contribuiu o mínimo de 35 anos, em 2019, pode se aposentar se tiver 61 anos (35+61=96). Lembrando que o aumento de 1 ponto está previsto em lei para acontecer progressivamente a cada dois anos, chegando à fórmula 90/100 em 2026, e fixando-se dessa forma isso, é claro, enquanto não é aprovada a nova Reforma da Previdência.

3. Por idade: É preciso ter 60 anos (mulheres) ou 65 anos (homens) e ter contribuído ao menos 15 anos. A pessoa irá ganhar 70% da aposentadoria integral + 1% por cada ano de contribuição, ou seja, se a pessoa contribuiu apenas os 15 anos mínimos, ela irá ganhar 85% (70%+15) da aposentadoria integral, já se ela contribuiu por 23 anos, por exemplo, ela irá receber 93% (70%+23) da aposentadoria integral. Portanto, para receber o valor integral, tanto o homem quanto a mulher precisam contribuir por 30 anos (70%+30=100%). Dessa forma, para uma mulher que queira receber aposentadoria integral, seria preferível usar a fórmula de pontuação, pois para atingir os 86 pontos, ela contribuiria pelos menos 30 anos, mas conseguiria com 4 anos de idade a menos, aos 56. Já para os homens, esta forma de aposentadoria exige 4 anos a mais de idade do que a fórmula de pontuação, mas 5 anos a menos de contribuição. Na aposentadoria por idade, não é possível ganhar mais que o valor integral. Dessa forma, após os 30 anos mínimos de contribuição, não faz diferença se você contribuiu 31 ou 45 anos, o valor que você irá receber será o mesmo.

4. Por tempo de contribuição com cálculo proporcional: Esse tipo de aposentadoria só é válida para pessoas que contribuíram pelo menos uma vez antes de 16 de dezembro de 1998, quando uma emenda à Constituição extinguiu essa forma de previdência para quem ainda não houvesse começado a contribuir. Pessoas que se encaixam nesse caso precisam cumprir 3 critérios para receber a aposentadoria: ter uma idade mínima de 48 anos (mulheres) ou 53 anos (homens), ter contribuído por 25 anos (mulheres) ou 30 anos (homens) e contribuir com o “pedágio”: período adicional de contribuição equivalente à 40% do tempo que faltava, em 16/12/1998, para chegar nos 25 ou 30 anos mínimos. Na prática, se você se encaixa nesse caso, aprenda a calcular a sua aposentadoria por tempo de contribuição com cálculo proporcional.

5. Aposentadoria especial: por invalidez ou por ambiente perigoso/ insalubre: Tem direito a receber aposentadoria por invalidez aquele que não consegue mais trabalhar por conta de um acidente ou doença, sendo feita uma perícia médica para comprovar tal incapacidade. Quem trabalhar em um ambiente perigoso ou insalubre por pelo menos 15 anos (podendo variar para um mínimo de 20 ou 25 anos, dependendo da situação), também pode receber aposentadoria com valor integral.

Professores: Algumas classes possuem regras diferentes das gerais. Os professores de escola privada (que contribuem com o INSS) podem se aposentar com um tempo de contribuição menor: 25 anos para mulheres e 30 anos para homens. Ou eles se aposentam com incidência do fator previdenciário ou através da fórmula 86/96, tendo direito a acrescentar 5 pontos a mais no tempo que já contribuiu. Os professores de escolas municipais seguem a mesma regra, pois contribuem com o INSS, já que a maioria dos municípios brasileiros não têm sistema próprio. Desde 1998, os professores universitários não possuem o mesmo benefício do restante dos professores (exceto aqueles que já cumpriam todos os requisitos até a data da publicação da lei que os retirou da aposentadoria especial de professor). Já os professores da rede estadual possuem um regime próprio estabelecido por cada estado.

Servidores públicos: Os servidores públicos contribuem para o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), portanto possuem regras diferentes dos outros trabalhadores do INSS, que contribuem para o Regime Geral da Previdência Social (RGPS). Essa categoria pode receber a aposentaria integral com requisitos diferentes dos necessários no regime geral. A idade mínima é de 55 anos para mulher e 60 anos para homens, sendo preciso ter 10 anos de serviço público e 5 de exercício no cargo em que quer se aposentar, além de 30 anos de contribuição para mulheres e 35 para homens. Desde 2003, a regra para cálculo do valor que será recebido pelo servidor é a mesma do INSS (média com as 80% maiores contribuições do servidor), mas sem o teto do INSS.
Contudo, o servidor público que não tiver contribuído o necessário para se aposentar da forma anterior, pode pedir uma aposentadoria proporcional ao tempo que já contribuiu, desde que tenha 60 anos, se for mulher, ou 65, se for homem, e 10 anos de serviço público e 5 de exercício no cargo. Dessa forma, ele não receberá o benefício integral, apenas o equivalente ao tempo em que trabalhou. Além disso, há também a aposentadoria compulsória para servidores públicos quando completam 75 anos, para ambos os sexos.

Trabalhadores rurais: Atualmente, o trabalhador rural faz parte do RGPS, o mesmo dos trabalhadores da iniciativa privada, e não precisa contribuir mensalmente com a previdência por conta das dificuldades particulares desse tipo de profissão. Para receber o benefício, ele precisa apenas comprovar ter exercido a atividade por 15 anos e ter a idade mínima de 55 anos (mulheres) ou 60 anos (homens). A regra não é válida para aqueles que comercializa seus produtos com empresas.

Militares: Atualmente, militares tem um sistema previdenciário diferenciado, porque quando eles deixam seus postos, passam para a reserva. Isso significa que eles podem ser convocados em caso de guerra, o que, na prática, não acontece desde a Segunda Guerra Mundial. Dessa forma, entende-se que o militar não se aposenta e, mesmo quando já está inativo, continua a receber o mesmo salário.Além disso, durante o tempo em que está trabalhando, não contribui para a sua aposentadoria, somente para pensões, destinadas a beneficiários em caso de morte, indo para a reserva com 30 anos de atividade. Essa condição gera bastante debate, pois os militares representam o maior déficit per capita dos últimos anos, isto é, o benefício militar é o que mais custa (proporcionalmente) aos cofres públicos. Em 2018, enquanto o déficit individual do INSS foi de cerca de R$ 5 mil, entre os militares superou os R$ 100 mil, segundo dados da Secretaria de Previdência do Ministério da Fazenda publicados pelo site Poder 360. A categoria militar corresponde a 22% da despesa e 30% do déficit financeiro da Previdência, de acordo com informações do Jornal Valor Econômico.

Políticos: Desde 1999, a regra para a aposentadoria de políticos mudou. Antes, eles tinham diversos benefícios, por se tratar de um cargo temporário. O mandato tem 4 ou 8 anos, claro que ele pode ser reeleito, mas nem sempre é o caso. Por isso, não eram considerados servidores públicos. Depois da mudança na lei, todos os políticos, de vereadores a presidentes, passaram a ser enquadrados no regime geral de previdência, ou seja, contribuem para o INSS e recebem de acordo com as mesmas regras, inclusive com o teto do regime geral. No entanto, ainda existem muitas exceções a essa regra.

Agora que já entendeu como se aposentar perante as regras de hoje e quais as especificidades de cada classe de trabalhadores, vamos às mudanças propostas na Reforma da Previdência!


IDADE MÍNIMA: A nova proposta da Reforma da Previdência estabelece a idade mínima como a única forma de se aposentar: 62 anos para mulheres e 65 anos para homens. A regra é válida tanto para os funcionários da iniciativa privada, quanto para os servidores públicos, que antes tinham uma idade mínima inferior. No entanto, a regra de que o servidor público ao chegar aos 75 anos se aposenta compulsoriamente permanece válida. Já para os trabalhadores rurais e professores a idade mínima é menor: 60 anos para ambos os sexos.

TEMPO MÍNIMO DE CONTRIBUIÇÃO: Não basta ter a idade mínima para conseguir se aposentar. De acordo com a proposta enviada ao Congresso pelo governo, será preciso ter contribuído por 20 anos para o INSS, sistema que recebe e paga as aposentadorias dos trabalhadores da iniciativa privada e trabalhadores rurais. Com os 20 anos de contribuição, será possível receber 60% do benefício integral e, a cada ano a mais de contribuição, acrescenta-se 2%, chegando aos 100% somente a partir de 40 anos de contribuição. O piso da aposentadoria para funcionários da iniciativa privada é o valor de um salário mínimo vigente (mesmo que os 60% representem um valor menor), e o valor máximo da aposentadoria é o teto do INSS (atualmente, R$ 5.839,45). Isso significa que, independentemente de ter alcançado os 100% ou não, a aposentadoria não irá ultrapassar esse valor. Mas se o trabalhador contribuir por mais de 40 anos, o valor continuará aumentando (mais que 100%), até o valor máximo estabelecido pelo teto. Já funcionários públicos precisam de um tempo mínimo de contribuição de 25 anos e os professores de 30 anos. Para ambas as categorias, é necessário ao menos 10 anos no serviço público e 5 anos no cargo.


PERÍODO DE TRANSIÇÃO: Aqueles que já haviam começado a contribuir antes da Reforma ser implementada, mas ainda não conseguem se aposentar, irão passar por uma regra de transição. Os aposentados do RGPS podem escolher entre três opções:
sistema de pontos: a pontuação (aquela mesma da aposentadoria por contribuição com a fórmula 86/96) vai crescendo um ponto por ano até chegar à formula 100/105. Ou seja, a pontuação final seria estabilizada após 14 anos para as mulheres, e após 9 anos para os homens. Por exemplo, se um homem quiser se aposentar depois de 6 anos da aprovação da Reforma, ele precisará somar 102 pontos (entre idade e tempo de contribuição); já uma mulher que queira se aposentar 15 anos depois da aprovação da Reforma, precisará somar os 100 pontos finais. Pedágio: aqueles que estão há até 2 anos de se aposentar por tempo de contribuição conseguirão sua aposentadoria com incidência do fator previdenciário, desde que contribuam com o restante do tempo que falta somado a um pedágio de 50% desse período. Por exemplo, um homem que possui 33 anos de contribuição, se aposentaria (antes da Reforma) em dois anos, com 35, pelo critério de tempo de contribuição com fator previdenciário. Nesse caso, após a Reforma, ele precisaria de mais 3 anos (2 anos + 50%), se aposentando com 36 anos de contribuição. Idade mínima: a transição começa com uma idade mínima de 56 anos para mulheres e 61 anos para homens. A cada ano que passa, um semestre da idade mínima aumenta, até chegar aos 62 anos para as mulheres, após 12 anos, e 65 anos para homens, após 8 anos. Por exemplo, após 7 anos, uma mulher poderá se aposentar com 59 anos e meio de idade, e um homem com 64 anos e meio. Já os aposentados do RPPS têm apenas a opção do sistema de pontos.

REGIME DE CAPITALIZAÇÃO: A equipe econômica do governo anunciou a implementação de um regime de capitalização na Previdência. Mas o que é isso? Bom, primeiro vamos entender o regime atual: o sistema de repartição simples. Nele, o trabalhador contribui para a aposentadoria dos que já estão aposentados e, no futuro, quem irá pagar a sua aposentadoria serão os que estarão trabalhando. Agora, voltando ao sistema de capitalização, ele funciona em outra lógica: você é responsável pela sua própria aposentadoria. Isso significa que o trabalhador irá contribuir mensalmente e o valor estará em uma aplicação financeira rendendo para que, no futuro, ele possa resgatar. Essa proposta foi pensada porque, segundo eles, a pirâmide etária brasileira não dá mais conta do recado, ou seja, não há trabalhadores suficientes contribuindo para o tanto de aposentados atualmente. E essa desproporção tende a aumentar com os anos, com o envelhecimento da população. Segundo uma projeção feita pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o percentual de brasileiros com mais de 65 anos em 2060 passará de 9,2% (atualmente) para 25,5%, o que representa um quarto da população. Dessa forma, o déficit previdenciário cresceria ainda mais. De acordo com a Reforma da Previdência, o sistema de capitalização seria opcional para quem ainda não começou a contribuir com a previdência. Para aqueles que já começaram a contribuir, continuará válido o sistema de repartição simples.

No entanto, não foi dito com detalhes sobre como esse regime seria implementado de fato, já que as regras serão explicadas em um projeto de lei complementar que só será enviado ao Congresso após a aprovação da Reforma. Mas já se sabe que seria pago pelo menos 1 salário mínimo e que o dinheiro poderia ser aplicado no mercado financeiro ou no Tesouro Nacional.

NOVAS ALÍQUOTAS: A alíquota (percentual do tributo) destinada à Previdência dos trabalhadores do RGPS é, hoje, de 8% a 11%, dependendo do salário, e deve passar para 7,5% a 14%, distribuídas em uma maior faixa salarial. Já os servidores do RPPS possuem alíquota única de 11%, e a mudança prevista é de que a taxa fique entre 7,5% e 22%, também de acordo com o salário.
Esse novo modelo visa reduzir as desigualdades, segundo o governo, para que quem ganha mais pague mais e quem ganhe menos pague menos. Porém, a forma como a alíquota é descontada do salário também é diferente da atual. Se hoje a taxa é descontada do valor total (alíquota efetiva), com a Reforma da Previdência, a alíquota será progressiva. Essa nova regra faz com que o trabalhador pague a porcentagem referente à faixa salarial que a maior parte de seu salário se encaixa, e cobra uma porcentagem maior apenas sobre o restante. Por exemplo, uma pessoa que ganha 2.300 reais, pagará 9% sobre 2000 reais e 12% sobre os 300 restantes, enquanto que uma pessoa que ganha 5.000 reais, pagará 12% referente aos 3.000 reais e 14% sobre os 2.000 restantes. (Adaptado da fonte: https://www.politize.com.br/reforma-da-previdencia-entenda-os-principais-pontos/)

Em suma, a Reforma da Previdência ainda é um tema que por si só, segue gerando grande alarde em todos os cantos do País, em pleno debate pelos deputados e senadores, mas, o interessante é que todos nós, brasileiros contribuintes fiquemos atentos a esses movimentos, pois há muita coisa pela frente, e estamos falando de futuro. Mesmo com todas essas ideias sugeridas, os Militares e Políticos terão regime diferenciado, por isso a importância da atenção nesse ponto, justamente para evitar que o povo continue sustentando uma pirâmide em que deveria ser revisada item a item de maneira justa. Bom lembrar que a corda sempre arrebenta para o lado de menor força, o povo não pode fraquejar agora, nada de se acovardar, um exemplo, foi o protesto realizado no dia 26/05/2019 aonde não se viu bandeiras políticas e sim, atos contra a inércia da política atual. O que chamou a atenção nesse movimento (de algumas autoridades), é que o povo está ganhando confiança, e quando isso acontece, para agir é um pulo, ou seja, se todos nós fossemos usar a força que temos (não no sentido de briga), mas, no poder de exigir aquilo que é de direito, seguramente nossa situação econômica seria outra em todos os campos e sentido.

#reformadaprevidência #inss #previdenciasocial #reforma



Paulo Cezar Gouvea, Especialista em Planejamento Estratégico e Gestão da Qualidade, é também Bacharel em Administração, casado, possui uma filha e escreve por gostar dessa que também é uma das mais belas formas de se expressar. Tem passagens pelas Áreas: Administrativa, Financeira, Logística/Operacional e Recursos Humanos.

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Exigências da função!


Por Paulo Cezar Gouvea





Atualmente, o mundo vem passando por um momento de extrema mudança e praticamente em todos os cenários possíveis e inimagináveis, como de praxe o mercado econômico brasileiro acaba sendo afetado diretamente por esse turbilhão de informações, principalmente no que tange as relações laborais.

Alguns pontos chamam a atenção como: crise e recessão da economia, aumento considerável no número de desempregados, um sem número de pessoas que deixaram literalmente de procurar emprego, aumento na economia informal, robotização de processos, ajustes na forma de buscas de novos talentos no mercado, achatamento dos salários, redução de benefícios, aumento considerável na pressão por resultados, aumento no número de afastamentos por doenças ocupacionais e acidentes de trabalho, nesse último, por exemplo, cabe uma importante observação, o Brasil é quarto no mundo em acidentes de trabalho (registrando mais de 700 mil casos por ano), atrás apenas de China, Índia e Indonésia, dados segundo a OIT, e mesmo o Brasil sendo rigoroso nesse quesito, com várias Normas Regulamentadoras criadas para esse fim. (Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br).

Diante desses pontos ainda nos chama a atenção e muito, o que se exige para assumir determinado cargo, vamos tomar como exemplo um Analista de Recursos Humanos, além do que se pede em matéria de experiência, formações diversas (graduação, especialização, cursos, línguas e atualização constante), espera-se também que tenha uma alta capacidade criativa, resolutiva, tomada de decisão e buscar de forma continuada o equilíbrio entre a vida profissional e vida pessoal, a fim de obter melhor qualidade de vida, isso tudo aliado a uma boa saúde física e mental, obrigando a cuidar-se diuturnamente do corpo, espírito e da mente. Isso tudo sem mencionar a questão salarial, que na maioria das vezes não corresponde as exigências relativas ao cargo.

E para ser Deputado? Já passou pela cabeça qual exigência para o cargo, além de ser eleito democraticamente pelo povo? Os critérios para concorrer ao cargo de Deputado, tanto em nível federal, quanto em estadual, são os seguintes: ser alfabetizado, ter nacionalidade brasileira, estar em pleno exercício dos direitos políticos (não estar com os direitos políticos cassados), realizar o alistamento eleitoral, ter domicílio eleitoral no Estado para o qual quer concorrer ao cargo (pode ser natural de outro Estado, mas deve concorrer ao cargo para representar o Estado onde vota), estar filiado a algum Partido e ter a idade mínima de 21 anos. O Poder Legislativo do Brasil é formado pelo Senado Federal e pela Câmara dos Deputados. O deputado federal é o representante do povo no Congresso Nacional e seu mandato é de quatro anos, não havendo limite para a reeleição. 

A Câmara dos Deputados é composta por 513 membros, que recebem um salário mensal de aproximadamente R$ 16.000,00 mais benefícios. A principal função desse cargo é a elaboração de Leis, e conforme a Constituição da República Federativa do Brasil tem outras atribuições como: Elaborar seu regimento interno; Fiscalizar os atos do Poder Executivo; Autorizar, por dois terços de seus membros, a instauração de processo contra o Presidente e o Vice-Presidente da República e os Ministros de Estado; Proceder à tomada de contas do Presidente da República, quando não apresentadas ao Congresso Nacional dentro de sessenta dias após a abertura da sessão legislativa; Eleger membros do Conselho da República, nos termos do art. 89, VII. (Fonte: brasilescola.uol).

Em suma, essa comparação é com intuito de provocar um pensamento: Estamos procurando o emprego certo? Mesmo ante toda essa disparidade apresentada, vale a pena o esforço? Essa reflexão é para si mesmo e também, fazer uma autoavaliação dos seus passos e sejam esses pessoais ou profissionais. Outra preocupação crescente é o número de Infoproletariado (ou ciberproletariado), termos que compreendem uma ampla gama de trabalhadores que floresceu nas últimas três décadas e meia a partir do aumento do uso da tecnologia da informação, da globalização e da degradação das condições de trabalho (Fonte: Google).

Perante as exigências da função insisto, nesse momento mesmo diante de tantas mudanças significativas, o ideal é repensar às suas atitudes e tomada de decisão, dando maior valor ao que realmente importa e seja sua família ou a sua própria vida, algo que só depende de você apenas. 

Vale a reflexão!

Paulo Cezar Gouvea, Especialista em Planejamento Estratégico e Gestão da Qualidade, é também Bacharel em Administração, casado, possui uma filha e escreve por gostar dessa que também é uma das mais belas formas de se expressar. Tem passagens pelas Áreas: Administrativa, Financeira, Logística/Operacional e Recursos Humanos.

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Não importa o valor ...


Por Glaucio Marcelo Pereira




o melhor ou mais qualificado  sempre será testado...e aprovado.

Domingão, dia de churrasco e aquela cervejinha, certo ? Certo e merecido para quem sabe que amanhã irá acordar e ir para seus compromissos profissionais com a segurança e a tranquilidade de estar empregado (muito justo inclusive)...já para quem está fora do mercado é um dia de reflexão, uma certa apreensão e até mesmo tristeza, pois além de muitas vezes ter a expectativa da famigerada segunda-feira de BUSCAS...muitas vezes sofre hoje, pleno domingo, até pela falta de recursos para uma mesa farta no almoço.

Enfim, aproveite esse dia da melhor forma que puder, e prepare-se e anime-se para o dia de amanhã...acorde cedo, tome um bom café e vá...Com fé, trará com certeza, boas novas para você e os seus.

Boa sorte gente
Seu amigo


Glaucio Marcelo Pereira, Formado em Bacharel em Administração com ênfase em Recursos Humanos (RH), Implantação de sistemas RH, consultoria em legislação e processos relacionados a folha de pagamento, ponto eletrônico, acesso, benefícios, treinamento e desenvolvimento, recrutamento e seleção, avaliação e desempenho, medicina e segurança do trabalho entre outros processos com interface corporativa.

https://www.linkedin.com/in/glaucio-marcelo-pereira-49b832138/
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TRABALHOS DOS SONHOS DE JOVENS DE HOJE CORREM RISCO DE NÃO EXISTIR NO FUTURO, DIZ OCDE


Adaptado por Paulo Cezar Gouvea

TRABALHOS DOS SONHOS DE JOVENS DE HOJE CORREM RISCO DE NÃO EXISTIR NO FUTURO, DIZ OCDE


“Investir em conhecimento rende sempre os... Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros”. Benjamin Franklin.

Os jovens atuais do mundo têm, em média, mais anos de estudo do que qualquer geração que veio antes deles. E, no entanto, eles vêm tendo grande dificuldade em se inserir no mercado de trabalho e em conciliar o que aprendem na escola com o que é esperado do ambiente profissional. Além disso, uma parcela considerável desses jovens sonha com profissões que correm o risco de não existir no futuro: podem ser automatizadas pelo avanço da tecnologia.

A avaliação acima é o ponto de partida do relatório Emprego dos Sonhos? Lançado nesta quarta-feira (22/01/2020) pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) durante o Fórum Econômico Mundial, trazendo dados sobre aspirações profissionais futuras de cerca de 600 mil jovens de 15 anos em 79 países e territórios, entre eles o Brasil. As entrevistas com os jovens foram feitas em 2018, durante a aplicação do Pisa, exame internacional que mede o desempenho de estudantes em matemática, leitura e ciências. Aos 15 anos de idade, a maioria dos participantes do exame caminhava para o fim do ciclo da educação básica e se preparava para a escolha da educação superior — e também de o que quer fazer na vida profissional. E o que a pesquisa identificou é que a maioria dos jovens sonha com um número limitado de carreiras, bastante parecidas às citadas por jovens entrevistados na mesma pesquisa oito anos antes, durante o Pisa 2000.

Para meninos, na média, as ocupações dos sonhos mais citadas são, nesta ordem: engenheiro, administrador de empresas, médico, profissional de TI, atleta, professor, policial, mecânico de veículos, advogado e arquiteto.

Para meninas, as ocupações mais citadas são médica, professora, administradora de empresas, advogada, enfermeira ou parteira, psicóloga, designer, veterinária, policial e arquiteta. Não foram divulgados dados específicos de cada país, apenas uma média global.

Para a OCDE, há ao menos duas questões importantes a serem debatidas: será que essas aspirações vão refletir as necessidades do ambiente profissional do futuro? E será que os jovens — principalmente os de baixa renda — estão recebendo a educação e a orientação corretas para fazer boas escolhas para seu futuro profissional?

EXPECTATIVAS DE CARREIRAS MUDARAM POUCO

"Enquanto o mundo passou por grandes mudanças desde o Pisa 2000, os resultados mostram que as expectativas de carreiras dos jovens mudaram pouco desde então", diz o relatório da OCDE. "Ficaram, inclusive, mais concentrados em menos ocupações. Na pesquisa de 2018, 47% dos meninos e 53% das meninas de 41 países e economias (os que também participaram do Pisa 2000) dizem que esperam trabalhar em um dos dez trabalhos mais citados quando chegarem aos 30 anos." No Brasil — onde 11 mil alunos participaram do Pisa —, 70% das meninas e 60% dos meninos sonham com as mesmas dez carreiras, semelhantes às citadas acima. É bom lembrar que jovens costumam sofrer, em muitos países, com taxas de desemprego superiores às da população em geral. Entre os jovens brasileiros de 18 a 24 anos, por exemplo, o desemprego passava de 25%, segundo dados de novembro de 2019, contra a taxa geral de 11%.

"Parece que, ao longo de sua escolarização, os jovens têm dificuldade em desenvolver entendimentos mais bem informados e sutis sobre o mercado de trabalho e como podem se engajar nele", conclui a OCDE, destacando "preocupação quanto à extensão em que crianças estão sendo preparadas para os empregos do futuro".

Essas carreiras vão continuar a existir? A maioria das carreiras nas áreas médicas e sociais tendem a ter baixo risco de serem substituídas por máquinas no curto prazo, diz a entidade. No entanto, para além de alguns dos trabalhos mais cobiçados, "muitos jovens selecionaram (em suas aspirações) trabalhos que correm alto risco de automação", aponta o estudo da OCDE.

"No total, 39% dos trabalhos citados pelos participantes do Pisa, em média pelos países da OCDE, correm o risco de serem automatizados ao longo dos próximos cinco ou dez anos." Esse risco varia de país para país e também é influenciado pela educação e pelo nível socioeconômico dos trabalhadores: quanto mais baixo for esse nível, maior é o risco de eles terem seus empregos substituídos por computadores ou pela Inteligência Artificial. Embora o relatório da OCDE não detalhe quais profissões escolhidas por jovens estão mais sob risco de automação, pesquisas prévias já haviam se debruçado nesse assunto.

O relatório Futuro do Emprego 2018, do Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês), lista funções que tendem a se tornar cada vez mais "redundantes" à presença da Inteligência Artificial e, portanto, correm o risco de serem substituídas por robôs, drones ou algoritmos. Entre essas funções estão: advogados, contadores, mecânicos, motoristas de veículos, bancários, trabalhadores fabris, auditores, gerentes administrativos e caixas de lojas. Quase 50% das empresas entrevistadas pelo Fórum Econômico Mundial preveem que a automação provocará demissões de seus empregados até 2022. Ao mesmo tempo, 38% delas esperam contratar mais gente para funções que elevem sua produtividade, gerando outro tipo de emprego com exigências de outro tipo de qualificação. Os empregos considerados em ascensão pelo relatório do WEF são analistas e cientistas de dados, especialistas em TI ou Big Data, desenvolvedores de softwares, especialistas em redes sociais e comércio digital, entre outros. "Em 2022, (as empresas preveem que) nada menos que 54% de todos os funcionários vão precisar de um significativo aumento de suas habilidades", diz o texto.

COMO PREPARAR OS JOVENS PARA AS NOVAS DEMANDAS?

De volta ao relatório da OCDE, a entidade conclui que parece haver uma desconexão entre o que os jovens de agora anteveem para seu futuro profissional e o que encontrarão, de fato, ao procurarem emprego, em um futuro próximo.

"Parece que os sinais do mercado profissional não estão conseguindo alcançar os mais jovens: empregos acessíveis e bem remunerados não parecem captar a imaginação dos adolescentes", diz a organização. "Muitos jovens, particularmente meninos de origem desvantajosa (socioeconomicamente), querem empregos que correm alto risco de automação."

É possível, diz o relatório, que esses meninos sequer tenham tido qualquer contato, ao longo de sua vida escolar, com informações a respeito de como encaixar suas ambições pessoais no ambiente profissional do futuro. "Estudantes não conseguem ser algo que eles sequer conseguem ver", diz o texto. Na pesquisa realizada durante o Pisa 2018, jovens de baixa renda tinham menor probabilidade de terem pesquisado na internet sobre carreiras futuras, de terem conversado com conselheiros vocacionais e de terem visitado ambientes profissionais ou feiras de emprego.

Entre as recomendações da entidade estão que todos os jovens tenham a oportunidade, dentro do ambiente educativo, de entrar em contato com novas profissões, por exemplo, em estágios temporários, visitas ou trabalho meio período.

Mais ainda, recomenda que esses jovens tenham acesso a algum tipo de mentoria, que os ajude a "refletir sobre quem eles são e quem querem se tornar, e a pensar criticamente sobre a relação entre suas escolhas educacionais e vida econômica futura. Pela exposição a pessoas de diferentes empregos, os jovens têm a chance de desafiar estereótipos de classe e gênero e ampliar suas aspirações, facilitando sua entrada no mercado de trabalho".

ENSINAR ALÉM DE CONHECIMENTO ACADÊMICO

A OCDE destaca também a importância de os jovens atuais aprenderem não apenas conteúdo, mas habilidades socioemocionais que lhes permitam transitar com mais facilidade pelo ambiente profissional futuro. "A nova geração de cidadãos exige não apenas fortes habilidades acadêmicas, mas também curiosidade, imaginação, empatia, empreendedorismo e resiliência", diz o relatório. "Eles vão precisar de autoconfiança e determinação para criar seu próprio emprego e gerenciar suas carreiras de novas formas."

PARA DAR CONTA DISSO, AS ESCOLAS PRECISARÃO "IR ALÉM DAS TRADICIONAIS TÉCNICAS DE ENSINO.

"Não apenas elas terão de oferecer aos alunos o conhecimento relevante para seu futuro emprego, como também precisarão desenvolver neles habilidades para que sejam pessoalmente eficientes em aplicar esse conhecimento em ambientes em mutação. Boas escolas vão ajudar os jovens a se tornar pensadores críticos sobre o mercado de trabalho e sobre como ele se relaciona ao seu aprendizado." 

Fonte: https://www.msn.com/pt-br/dinheiro/carreira/trabalhos-dos-sonhos-de-jovens-de-hoje-correm-risco-de-n%c3%a3o-existir-no-futuro-diz-ocde/ar-BBZcS9N?li=AAvYtnX&ocid=mailsignout

Vale a reflexão!

Paulo Cezar Gouvea, Especialista em Planejamento Estratégico e Gestão da Qualidade, é também Bacharel em Administração, casado, possui uma filha e escreve por gostar dessa que também é uma das mais belas formas de se expressar. Tem passagens pelas Áreas: Administrativa, Financeira, Logística/Operacional e Recursos Humanos.

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VEJA 11 ERROS MAIS COMUNS COMETIDOS POR JOVENS PROFISSIONAIS


Por Paulo Cezar Gouvea

VEJA 11 ERROS MAIS COMUNS COMETIDOS POR JOVENS PROFISSIONAIS

“Tenho pena do presunçoso que no alto de sua prepotência perde a chance de ser humilde e aprender”. Walmir Passos.

Presumir que saber tudo e recusar a aprender com os próprios erros são algumas das atitudes que podem prejudicar o sucesso profissional dos jovens. Com entrada cada vez mais cedo no mercado de trabalho, os jovens profissionais são inseridos em um cenário empresarial que requer múltiplas habilidades e técnicas para atender às expectativas.

Segundo o professor de comportamento organizacional Steffen Raub, da Ecole hôtelière de Lausanne, universidade de gestão de hospitalidade suíça, melhorar as habilidades de redação e comunicação em negócios e valorizar a aprendizagem ativa, que implica aprender com os próprios erros e dos outros, são algumas atitudes essenciais para a carreira.

"A trajetória profissional envolve uma série de desafios e, para enfrentá-los, é importante ter a consciência de que imprevistos e erros podem acontecer", diz.

Dispensar o valor das posições iniciais: Enquanto você pode aspirar a subir a escada corporativa e atingir altos cargos, com altos salários, perceba que seu avanço na carreira começa na parte inferior. Aprenda o máximo que puder de cada trabalho e cargos que tiver, enquanto se prepara para mais responsabilidade e prestígio no futuro.

Presumir que sabe de tudo: Claro, você passou alguns anos treinando e investindo em sua vida profissional, mas ainda precisa aprender muito. Permaneça como um estudante vitalício durante toda a sua carreira.

Esquecer de fazer um bom networking: As relações que você faz durante sua trajetória profissional podem ser inestimáveis para o seu futuro. Aprenda coisas novas, descubra novas posições e ajude outras pessoas a alcançarem também os seus objetivos, assim, fazer bons contatos se tornará um hábito.

Estar despreparado para reuniões ou chegar atrasado: Demonstre sua dedicação à sua empresa e compromisso com o trabalho em equipe ao se preparar para as reuniões com antecedência e chegar no horário. Essas ações também mostram suas contribuições para a empresa e apoiam sua reputação profissional.

Se envolver em fofocas ou dramas de escritório: O drama pertence à televisão, não ao escritório. Evite compartilhar detalhes sobre sua vida privada, fofocando sobre colegas de trabalho ou criticando seu chefe. Mantenha o foco em suas tarefas e incentive seus colegas a permanecerem positivos e concentrados também.
Fazer apenas o necessário: Se você estiver satisfeito em fazer apenas a quantidade mínima de trabalho necessária para sobreviver ainda receberá seu pagamento no final do mês. Porém, dessa forma, você não se destacará entre seus colegas, não ganhará o direito de pedir um aumento nem de receber melhores oportunidades de trabalho. Invista sempre em sua carreira e dê sempre o seu melhor.

Não ler sobre seu segmento ou indústria: Você será mais eficaz no seu trabalho quando ficar antenado nas tendências do setor, práticas e mudanças de liderança. Acompanhe o que está acontecendo em seu meio profissional por meio de publicações específicas e pela internet e fique atento a futuras demandas do mercado.

Não se vestir profissionalmente: A maneira como você se veste dá suporte à sua reputação profissional e pode motivá-lo a trabalhar mais. Quando você se veste profissionalmente também deixa uma boa impressão nos clientes.

Não revisar os e-mails antes de enviar: Os e-mails que você envia para clientes e colegas podem afetar seu trabalho e sua reputação. Reveja a gramática, ortografia, o tom e a precisão antes de pressionar o botão enviar.

Não saber pedir ajuda ou demonstrar gratidão: Pedir ajuda não é sinal de fraqueza. Seja inteligente para procurar ajuda quando se sentir sobrecarregado ou tiver dúvidas. Então, lembre-se de agradecer às pessoas que ajudaram você a construir relacionamentos mais fortes e mutuamente benéficos.

Recusar a aprender com seus erros: Todo mundo comete erros. Em vez de ficar desanimado, apático ou frustrado, esforce-se para aprender e crescer. Permita que seus erros façam de você uma pessoa e profissional melhores.

Fonte:https://g1.globo.com/economia/concursos-e-emprego/noticia/2020/01/22/veja-11-erros-mais-comuns-cometidos-por-jovens-profissionais.ghtml

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CERCA DE 80% DOS PROFISSIONAIS PROCURAM OPORTUNIDADES ONLINE


Por Paulo Cezar Gouvea

Segundo dados da Pesquisa dos Profissionais Brasileiros de 2019 da Catho, a busca por meio de plataformas de emprego online são as mais utilizadas. A internet encurtou distâncias e trouxe diversas mudanças nas formas de consumo, tais como o entretenimento, as compras online, metodologias de estudos e, inclusive, a busca por emprego. Segundo dados da Pesquisa dos Profissionais Brasileiros de 2019, realizada pela Catho com mais de 6,2 mil respondentes, a maioria dos profissionais buscam emprego pela internet, sendo que 78% procuram em sites de vagas.

CERCA DE 80% DOS PROFISSIONAIS PROCURAM OPORTUNIDADES ONLINE
Em média, pessoas que estão em busca de emprego nas ruas, batendo de porta em porta, gastam cerca de R$ 300 ao mês, segundo cálculo realizado pela Catho. Esta conta leva em consideração gastos como transporte, alimentação, impressão de currículos e internet móvel. Nesse sentido, os dados reforçam a importância do universo online para otimização de custos, bem como o alcance às vagas, muito mais ágil e maior no âmbito digital.

CERCA DE 80% DOS PROFISSIONAIS PROCURAM OPORTUNIDADES ONLINE

Para a gerente sênior da Catho, Tábitha Laurino, os dados confirmam mais uma vez o poder da tecnologia, inclusive no momento da contratação, alinhando expectativas de candidatos e também recrutadores. “A tecnologia é capaz de ‘aprender’ interesses de candidatos e recrutadores a partir de suas ações, buscas na internet, comportamentos e dados informados, ambas ferramentas facilitadoras para a contratação. Afirma.

Outro ponto identificado na pesquisa foi o meio com que esses profissionais conseguiram retorno para entrevistas, reforçando mais uma vez a efetividade de internet. Segundo o levantamento 53% conseguiram um agendamento com os recrutadores por meio de sites de emprego.

Para Laurino, as buscas por meio das plataformas de emprego se sobressaem devido ao uso de Inteligência Artificial (IA), ou seja, a união da qualificação e comportamento do candidato, em cruzamento com os requisitos das vagas anunciadas e preferências dos recrutadores. “Trabalhando palavras-chave específicas da área de atuação e, muitas das vezes presentes na descrição de vaga, aumentam-se as chances do “match” acontecer. Ao final, todos ganham, pois com menos tempo perdido e currículos mais aderentes às vagas, a chance de encontrar o candidato e o emprego ideal, são muito maiores”, explica a profissional.

Fonte: https://revistamelhor.com.br/cerca-de-80-dos-profissionais-procuram-oportunidades-online/
Vale a reflexão!

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HOME OFFICE: SUA EMPRESA ESTÁ PREPARADA?


Por Paulo Cezar Gouvea
HOME OFFICE: SUA EMPRESA ESTÁ PREPARADA?

A cada dia as relações e os negócios são construídos por meio de ferramentas virtuais. Ainda que o contato físico, o famoso olho no olho, nunca deva perder sua importância, muitas organizações têm entendido que, a depender da atividade, condicionar o colaborador a ir até o escritório diariamente é enquadrá-lo em uma rotina que não contribui em nada com a criatividade, a inovação e o engajamento.
Pensando em grandes centros urbanos, onde além de tudo o próprio deslocamento é estressante, a jornada ainda pode ser menos produtiva, do ponto de vista de capacidade de criação, desenvolvimento de ideias e inovação, assim como foco e comprometimento com resultados.
Nesse cenário, adotar políticas de flexibilização da jornada e trabalho a distância – home office – fomenta o engajamento, aumenta o sentimento de pertencimento e orgulho do colaborador e promove a inovação.

À medida que as pessoas vão se habituando ao mundo digital e conhecem tantas novas tecnologias que permitem encontros e conexões bem-sucedidas, é natural que elas passem a não entender a necessidade de ir todos os dias ao escritório. Afinal, trânsito, correria, aquele colega que fala alto e tira o foco, chuva lá fora e alagamentos são motivos mais que suficientes para que o colaborador prefira trabalhar em casa, ainda que seja uma vez por semana.

E, quando isso acontece, a flexibilização da jornada e home office passam a ser fatores de atração e retenção de talentos, e, portanto, uma estratégia importante para a empresa. Antes, porém, é importante que a organização se prepare para essa nova realidade. E tudo começa com a capacidade da liderança de fazer gestão por resultado – definir claramente papéis e responsabilidades, estabelecer objetivos e metas e proporcionar aos colaboradores informações claras a respeito da estratégia.

Muitos gestores ainda se sentem mais confortáveis em ter os colaboradores por perto, para que possam distribuir tarefas de última hora (incêndios acontecem!) e fiscalizar a produtividade do trabalho. Ainda que as vezes isso seja necessário, não deveria ser a função principal da liderança, e, portanto, é mais fácil definir como fazê-lo de maneira remota.

Para garantir a produtividade longe do escritório, antes de adotar flexibilizações na jornada, é importante responder a perguntas básicas:

1. A liderança está preparada para delegar atividades, comunicar metas e acompanhar resultados de maneira consistente?
2. A cultura da empresa favorece agendamentos de reunião com antecedência, planejamento semanal ou mesmo mensal?
3. A empresa conta com recursos tecnológicos de comunicação remota (celular, aplicativo de mensagem instantânea, VPN, laptops etc.)?

E, até que a cultura esteja estabelecida, a empresa pode contar com recursos para fiscalizar a produtividade, o que pode ser até mesmo a simples exigência de relatórios que formalizem a atividade de home office com descrição hora a hora.

Mais do que criar um ambiente dinâmico e prezar pela qualidade de vida e bem-estar dos colaboradores, políticas de trabalho remoto podem também significar redução das “despesas de estar”, aquelas que incorrem da presença do funcionário no escritório.

A mudança cultural promovida pela flexibilização da jornada de trabalho pode ser muito positiva. Mas é necessário um projeto cuidadoso, em que os líderes realmente estejam comprometidos com o sucesso. Como em todo projeto, uma fase piloto com métodos mais rigorosos de controle da jornada de trabalho como o relatório hora a hora aqui mencionado é fundamental. Política transparente, regras claras e treinamento sobre comportamento e resultados esperados no home office são condições básicas antes de qualquer mudança. Pelo menos no início, também é recomendado manter o posto de trabalho disponível – se o colaborador não se adaptar, ele pode simplesmente vir ao escritório, e a empresa poderá medir a aderência. Também é muito importante, é claro, avaliar todos os impactos legais trabalhistas que as alterações na jornada de trabalho podem provocar. Além de ser um indicador importante para a marca empregadora da empresa, modernizar a jornada de trabalho com home office e entrada e saída com horários flexíveis, por exemplo, fomenta a capacidade de criação e aumenta o compromisso com a empresa.

Quem não gostaria de ter pelo menos um dia da semana sem pegar trânsito? Ou mesmo um dia trabalhando com a vista preferida? O quanto os colaboradores se dedicariam a mais a uma organização que pensa na conveniência e no bem-estar do indivíduo? O quanto a organização pode esperar de novas ideias, inovação e criatividade dos colaboradores que têm a sua disposição a oportunidade de trabalhar em lugares mais inspiradores? Vale a reflexão.

Por Fábio Bier, gerente de RH da Husqvarna para América Latina
Fonte: https://revistamelhor.com.br

Vale a reflexão!

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As Relações Humanas em franca mudança!


Por Paulo Cezar Gouvea


vagas de emprego


Toda vez que venha se falar em Relações Humanas faz-se importante lembrar de Elton Mayo, considerado pioneiro à medida que apresentou um estudo de grande significância à Teoria das Relações Humanas, fruto de uma experiência elaborada na Western Electric Company no Bairro de Hawthorne em Chicago, Illinois nos Estados Unidos. Experiência essa que buscava analisar os diferentes fatores que influenciavam a certa maneira, a relação dos trabalhadores entre eles mesmos e também, o reflexo disso em sua produtividade dentro de um ambiente organizacional. Foram considerados (de forma resumida) nesse estudo, quatro elementos básicos e de fundamental importância, quais sejam: a iluminação, a sala de montagem de Relés, Programa de Entrevistas e por fim, a sala de Montagem dos Terminais.

As grandes contribuições e constatações oriundas desse estudo realizado por Elton Mayo foram às seguintes: Relacionar a produtividade dos colaboradores com a interação pessoal no ambiente de trabalho. A identificação de diferentes grupos (Formais e Informais) dentro da organização. Permitiu analisar melhor às diferenças entre as pessoas, suas complexidades emocionais e também, a valorização do próprio indivíduo. Já com o programa de entrevistas, análises individuais e em grupo, foi evidenciado que trabalhos repetitivos somado a rotina das entregas, contribuíam de forma considerável para o desgaste físico, mental e intelectual do trabalhador, vindo a refletir diretamente na produtividade e com o passar dos anos, na própria desvalorização deste. Enfim, para Elton Mayo a “fábrica deveria ser vista como um sistema social, não apenas econômico ou industrial, para a melhor compreensão de seu funcionamento e de sua eficácia”. (CHIAVENATO, Idalberto. TGA, 1996).

Diante dessa explanação, convém ressaltar que ao longo dos anos muita coisa tem mudado e alterado de forma significativa as Relações Humanas e sejam essas no trabalho, na vida social, enfim, nos mais variados campos e sentidos. Atualmente e com forte avanço das tecnologias fica comprovado tais mudanças, inclusive, na forma de trabalhar. RPA e People Analytics são alguns exemplos dessas mudanças.

RPA (Robotic Process Automation), nome dado às soluções de automação com o uso de softwares (robôs) que navegam na camada de visualização de sistemas. Que têm como objetivo substituir tarefas repetitivas, operacionais ou de baixa importância, deixando em tese, as pessoas livres para atuarem em atividades que exigem o uso de julgamentos, da razão, de sentimentos e de fatores humanos que contribuem para a inovação de qualquer empresa, é um exemplo.

People Analytics, processo de coleta, organização e análise de dados sobre o comportamento dos funcionários, com o intuito de contribuir para a tomada de decisão em uma empresa, antecipando tendências e aprimorando a estratégia. Em linhas gerais é o reconhecimento de que os colaboradores são o ativo principal e valioso de uma empresa, contudo, sendo necessário mensurar a fim de entender o que realmente os mantém engajados, produtivos e consequentemente felizes dentro de um ambiente de trabalho.

Mudar é preciso e se faz necessário, isso independe do indivíduo, da empresa ou da sociedade, isto é, já não se produz como outrora e não se trabalha como no passado, tudo faz parte de uma constante evolução tecnológica e cabe a cada um melhor se adequar à realidade. As novas ferramentas vieram para ficar e isso é uma tendência crescente diariamente, todas as áreas de nossas vidas foram “afetadas”, inclusive, as Relações Humanas. 

Hoje, muito contato pessoal deixou de existir fisicamente e migrou para o ambiente virtual e seja na tela de um smartphone, tablet, notebook, enfim, qualquer uma dessas ferramentas é prova disso. Para as empresas, essa migração tem ajudado na busca por novos talentos para compor o seu quadro de funcionários, por isso o cuidado e atenção dobrada ao manifestar-se ou postar alguma coisa numa determinada rede social, pois aquilo que muito facilita, também pode ser o que muito lhe prejudica. As Relações Humanas estão em franca mudança, realmente, mas, nada substitui o calor humano e sincero, afinal, o mundo é feito de pessoas para às pessoas. Uma atenção e um cuidado a mais, nunca é demais.





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